quarta-feira, outubro 05, 2011

Sobre a fragilidade de ser


"É mais fácil sermos amados em nossa frágil e imperfeita humanidade – e não quando fingimos ter tudo sob controle." - Matthew Kelly



Não adianta se fingir de forte, mentir pra si mesmo e pros outros dizendo que está tudo bem. Melhor é abrir o jogo, dizer onde está doendo, o que preocupa, quais são os problemas, mesmo que nem sempre os que nos ouvem e nos acompanham tenham as soluções.

Muitas vezes eu não sei o que dizer quando alguém que amo, gosto, conheço, compartilha comigo algo difícil. Mas saber que há alguém ali, ouvindo, lendo, gastando um tempinho com a gente, faz muita diferença. Bem, dependendo do tamanho do problema, talvez não faça tanta diferença assim, mas alivia um pouco. Alguma parte há de ser aproveitada: uma palavra amiga, uma mão que segura, que acaricia, uma voz que diz "vai ficar tudo bem" [mesmo quando não fica nada bem], um abraço, um telefonema de alguém que não pode estar tão perto mas diz "eu te amo e estou do seu lado".

Não somos fortes. Somos duros, orgulhosos, soberbos.


Precisamos da força de Deus, diariamente. E essa força se manifesta através da Sua Palavra, de uma palavra, de um sorriso não fingido, de um abraço de uma criatura pequenininha que não sabe nem falar direito, mas sorri da forma mais sincera e radiante que alguém pode sorrir (e olha que disso eu entendo! rs...). E nestes pequenos gestos vemos a força de Deus se manifestando.

Eu vejo!

Se você não vê, precisa lavar os olhos com as lágrimas da fraqueza e abri-los num novo olhar pra enxergar a força do Senhor nos pequenos gestos que te cercam no teu dia-a-dia.



P.S. Fraqueza não é coitadismo. Coitadismo não tem vez!

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