sábado, dezembro 10, 2011

Não há muito tempo, num vagão de luxo de uma grande ferrovia, um homem que só tinha bilhete comum entrou ali e sentou-se em qualquer lugar, sem perceber aquele pequeno engano.
O condutor, ao verificar os bilhetes, gritou com ele.
Quando o homem deixou o vagão, outro passageiro interpelou-o encolerizado:

- Diga só, por que não esmurrou o nariz do condutor? Ou ao menos devia contar o sucedido aos seus superiores.

- Ah, não, replicou o cavalheiro. Se um homem assim pode aguentar-se por toda a vida, eu posso aguentá-lo por dois minutos.

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Exaltação é sinal de fraqueza, não de força.

"Ora, mas não é o temperamento explosivo sinal de uma personalidade forte?" você pode perguntar. A psicologia já anulou essa desculpa há muito tempo. A exaltação é uma reação infantil trazida da infância. Muitas pessoas nunca a superam de todo; outras, nem mesmo fazem uma tentativa.

Washington Irving, um antigo escritor americano, registrou certa vez: "Um gênio áspero nunca se abranda com a idade e uma língua ferina é o único instrumento que se aguça com o uso constante."

É por isso que escreve o apóstolo Tiago:

"Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, mas tardio para falar e tardio para se irar. Porque a ira do homem nunca é o meio de realizar a justiça de Deus." Tiago 1:19-20



Texto extraído do Livro "Livre para perdoar" de David Augsburguer.

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