Quando Jesus Cristo se revela através do evangelho, o qual é ativo e fecundo, ele pede uma resposta espontânea. Sua mensagem não é uma renovação de garantia para continuarmos fazendo exatamente o que temos feito, mas escreve Edward O'Connor, "uma convocação para o trabalho de eliminar de nossa vida, com fidelidade e perseverança, tudo em nós que é contrário à obra e vontade do seu Espírito Santo para nós". Fé significa que estamos prontos para agir na Palavra.
Jesus é cristalino:
Nem todo aquele que me diz: "Senhor, Senhor", entraráno Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: "Senhor, Senhor, não profetizamos me teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?" Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda. [Mateus 7.21-27]
A fé que salva é uma rendição a Deus.
"Dizer 'sim' na fé implica um constante pôr-se a caminho", escreve Bernard Haring, "uma disposição sempre renovada para receber a Palavra de Jesus e agir nela".
S Kierkegaard, o pai do existencialismo cristão, descreve dois tipos de cristãos: os que imitam Jesus Cristo e um segundo tipo de pouco valor, aquele que fica contente em admirar o primeiro.
# CONVITE À LOUCURA # by Brennan Manning
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